Em 2016, vimos como os fabricantes criaram os seus próprios dispositivos de realidade virtual. No ano passado, geraram-se muitas expectativas em torno do utilizador. Começamos a ver algumas iniciativas e alguns produtos específicos.

O mundo corporativo é um dos quais podemos aplicar a realidade virtual. Neste caso, o cliente não direcciona senão de forma interna para melhorar o seu ambiente de trabalho profissional. Por exemplo, processos de produção, inteligência empresarial, etc.

Embora a ideia possa ser viável e eficaz, é verdade que para as PME ainda é um custo que não podem assumir. No entanto, existem empresas que já estão a tomar medidas com a realidade virtual para ver os resultados da sua potencia.

Alguns exemplos para o uso da realidade virtual nas empresas:

1) Reuniões.

Permite “transportar” os trabalhadores que não se encontram no escritório ou fisicamente num local determinado. Isto levaria a uma melhor comunicação e uma forma mais directa que uma vídeo conferencia.

Por muita tecnologia que falamos, ainda são protótipos, e também têm as suas limitações. Como as reuniões onde vários membros participam. Quando finalizam geralmente surgem comentários ou novas contribuições de fora da mesma reunião, e os que não se encontram no local logicamente iriam se perder.

2) Formação do pessoal da empresa.

Em ambientes educativos já estamos a ver a utilização da aplicação de Realidade Virtual. Mas em ambientes de trabalho também podem funcionar para trabalhar e melhorar as capacidades do pessoal das empresas.

Exemplos como testar novos materiais para a cirurgia ou outros sectores, testes para as empresas de gaming , para a educação, até para melhorar a comunicação não-verbal para falar em público.

Então, um dos grandes desafios é a trespassar a barreira física ao mexer nos objectos.

3) Mudanças no espaço de trabalho.

Neste momento, os escritórios das empresas actuais têm cada vez menos paredes e mais espaço aberto. Assim, é promovida a interacção entre os trabalhadores. Bem como a informação e o conhecimento.

Embora não seja sempre positivo. E é aí que a realidade virtual pode ajudá-lo. Pois desta forma é possível “passar” o trabalhador para outro local, fictício é claro. Onde pode estar de forma mais tranquila e intimista, e vai poder concentrar-se.

A realidade virtual permite ter essa estrutura que um espaço real não permite oferecer. Com este tipo de tecnologia, podemos dar a forma que queremos aos escritórios, sem necessidade de fazer obras físicas. Criando um espaço personalizado para melhorar a produtividade do trabalhador.

Embora devemos compreender claramente que o trabalhador ainda está no escritório fisicamente, assim a intimismo é meramente relativo.

4) Departamento de Recursos Humanos, inovando e reinventando.

Cada dia está mais presente a formação do talento human e a gestão do mesmo para o éxito da empresa.

Com a realidade virtual podemos melhorar essa gestão dos Recursos Humanos através de várias utilidades. Por exemplo, filtrar os candidatos em função das suas habilidades colocando num suposto lugar e ambiente de trabalho
Criando um espaço de forma fictícia , assim como as suas responsabilidade e obrigações.

É uma maneira viável para os futuros trabalhadores se familiarizarem com o ambiente de trabalho. mas também com os seus colegas, graças à realidade virtual.

 

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